Em mais um episódio que escancara o descompasso entre o discurso e a prática, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a chocar o público cristão ao afirmar, diante de pastores evangélicos brasileiros e norte-americanos, que a cor vermelha do Partido dos Trabalhadores seria uma alusão ao “sangue de Cristo” e que a própria barba seria uma referência a Jesus. A declaração, dada durante reunião com lideranças da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, foi recebida com indignação por parte significativa da comunidade cristã, que enxerga na fala uma heresia de Lula sem precedentes. Para muitos teólogos e líderes religiosos, comparar símbolos partidários ao sacrifício do Calvário não é apenas um deslize retórico: é uma heresia de Lula que banaliza o que há de mais sagrado para o cristianismo.

A fala repercutiu imediatamente na imprensa. O Diário do Grande ABC noticiou que o presidente declarou que o vermelho do partido é “sangue de Cristo” e que a barba é alusão a Jesus, em encontro com pastores. A reação nas redes sociais foi imediata, com milhares de cristãos classificando a fala como mais uma heresia de Lula e uma tentativa de instrumentalizar a fé em ano eleitoral. O problema, porém, vai muito além de uma frase infeliz: a heresia de Lula se revela no contraste entre o que ele diz aos pastores e o que o PT defende na prática.
O que a Bíblia diz sobre o sangue de Cristo
Antes de analisar as pautas do partido, é preciso lembrar o peso teológico da expressão usada. O sangue de Cristo, segundo as Escrituras, foi derramado uma única vez para a remissão dos pecados da humanidade. Atribuir essa simbologia a uma cor partidária é, na visão de muitos cristãos, uma heresia de Lula que esvazia o significado do sacrifício expiatório. A comparação entre a barba do presidente e a imagem de Jesus também foi duramente criticada, sendo tratada como uma heresia de Lula que flerta com a idolatria e com a apropriação indevida da figura do Salvador.
O que torna a situação ainda mais grave é o histórico do partido. Enquanto Lula tenta se apresentar como defensor da fé diante de pastores, o PT mantém bandeiras que fazem oposição direta aos princípios do Evangelho. A heresia de Lula não está apenas na fala: está nas políticas públicas que seu governo e seu partido defendem. E é exatamente esse contraste que a comunidade evangélica tem denunciado com cada vez mais força.
Aborto: a pauta que o PT tenta esconder
Um dos pontos de maior atrito é o aborto. O PT tem um histórico de defesa da descriminalização da prática. A própria Folha de S.Paulo já registrou que o partido queria “resgatar o debate sobre a descriminalização do aborto”. Enquanto Lula fala em “sangue de Cristo” para pastores, o partido defende a interrupção de vidas que, segundo a fé cristã, são preciosas aos olhos de Deus. Para os evangélicos, essa é a mais cruel das contradições: uma heresia de Lula que se materializa na defesa de uma pauta que atenta diretamente contra o mandamento de não matar.

A Gazeta do Povo já expôs como o partido esconde seu apoio ao aborto, ao chamado “kit gay” e à ideologia de gênero em cartas direcionadas ao público religioso. Essa estratégia de ocultar as próprias bandeiras em época de campanha é, na avaliação de líderes cristãos, mais uma heresia de Lula e do PT, que prefere enganar os evangélicos a ser transparente sobre suas reais intenções.
Ideologia de gênero: a guerra contra a família
Outro ponto de oposição frontal ao Evangelho é a defesa da ideologia de gênero. O PT historicamente apoia a inserção da pauta de gênero nas escolas, o que contraria a visão bíblica de que Deus os criou “homem e mulher”. A imposição dessa agenda nas salas de aula é vista pelos cristãos como um ataque direto à família e à infância. Quando Lula se apresenta diante de pastores falando em “sangue de Cristo”, mas seu partido defende a sexualização precoce de crianças, a heresia de Lula fica evidente para qualquer cristão atento.
A comunidade evangélica tem se posicionado com clareza sobre esse tema. Conforme apontou a Gazeta do Povo, os evangélicos consideram inócua qualquer carta do PT diante das falas do próprio Lula sobre ideologia de gênero e aborto. Ou seja, a heresia de Lula não se resolve com discursos bonitos: ela precisa ser confrontada com a verdade das pautas que o partido realmente defende.
Alinhamento com ditaduras e o comunismo
A lista de contradições não para por aí. O PT mantém relações estreitas com regimes autoritários e ditaduras de esquerda. A CNN Brasil detalhou a relação de Lula e do partido com países como Cuba, China, Venezuela, Coreia do Norte e Nicarágua. A Gazeta do Povo chegou a listar “as seis ditaduras favoritas do PT”. Para o cristão que conhece a história, o comunismo sempre perseguiu a fé e tentou apagar a presença de Deus da vida pública. Defender e se alinhar a esses regimes é, na prática, mais uma heresia de Lula e do partido.
A perseguição religiosa em países como a Nicarágua e a Venezuela, onde igrejas são fechadas e pastores são presos, contrasta brutalmente com o discurso de “sangue de Cristo” proferido pelo presidente. Enquanto Lula se reúne com pastores nos Estados Unidos e no Brasil, seu partido aplaude regimes que prendem e silenciam cristãos. Essa é a face mais sombria da heresia de Lula: o apoio a sistemas políticos que, historicamente, são os maiores algozes da Igreja de Cristo.
A reação da bancada evangélica
A insatisfação do público evangélico com o governo não é novidade. O O Globo já noticiou a revolta da bancada evangélica com resoluções do governo, que classificaram como perseguição e como esforço para impedir que a palavra de arrependimento e perdão seja espalhada. A Gazeta do Povo reconstituiu o roteiro da relação conturbada entre o PT e os evangélicos, apontando que, com a popularidade em queda, o governo percebeu que precisa do apoio desse segmento — talvez tarde demais.
A cada nova declaração, a heresia de Lula se aprofunda e afasta ainda mais o eleitorado cristão. A Veja mostrou que o PT tenta enviar uma mensagem a eleitores evangélicos cada vez mais distantes de Lula. Mas a distância não se reduz com palavras: ela se reduz com ações coerentes com o Evangelho. E é exatamente a coerência que falta quando se compara o discurso do “sangue de Cristo” com as pautas de aborto, ideologia de gênero e alinhamento com ditaduras.
Conclusão: a fé não é instrumento político
A heresia de Lula ao comparar o vermelho do PT ao sangue de Cristo e a barba a Jesus não pode passar despercebida. Mais do que uma fala polêmica, ela revela uma tentativa de sequestrar símbolos sagrados para fins eleitorais. O cristão maduro, fundamentado na Palavra, sabe discernir: o sangue de Cristo não pertence a partido algum, e a imagem de Jesus não pode ser usada para legitimar pautas que o próprio Evangelho condena.
A heresia de Lula é um chamado à vigilância. A heresia de Lula nos lembra que devemos examinar tudo e reter o que é bom. A heresia de Lula expõe a necessidade de os cristãos votarem com consciência, avaliando não o que os candidatos dizem aos pastores, mas o que seus partidos fazem no poder. A heresia de Lula é, acima de tudo, um alerta de que a fé não pode ser moeda de troca em ano de eleição.
Que a Igreja permaneça firme, não se deixando enganar por discursos que tentam vestir de cristão aquilo que é frontalmente contrário ao Evangelho. Pois, como ensina a Palavra, nem todo aquele que diz “Senhor, Senhor” entrará no Reino dos Céus — e nem toda fala que cita o nome de Cristo reflete, de fato, o coração de Cristo. A heresia de Lula fica registrada na história como mais um capítulo de uma relação marcada pela contradição entre o que se prega e o que se pratica.
Por Redação Portal do Crente
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