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“Se não fizermos nada agora pela igreja perseguida, depois será tarde demais", adverte pastor.

 

Ao mesmo tempo que prepara um encontro com líderes cristãos e vítimas de perseguição de todo o mundo no próximo mês, a Associação Evangelística Billy Graham está fazendo um alerta geral.

A Associação argumenta que nunca foi tão perigoso ser um seguidor de Jesus nos tempos modernos. “Nós, como cristãos, precisamos acordar. Se não fizermos nada agora, depois será tarde demais”, adverte seu presidente, Franklin Graham.

“A violenta perseguição dos cristãos está em ascensão. Os seguidores de Cristo na África, no Oriente Médio e em vários outros lugares estão sendo torturados, mortos e expulsos de suas casas por causa da sua fé”.

 Em um vídeo preparado pelo ministério, eles mostram os sofrimentos dos milhares de cristãos perseguidos e torturados em locais controlados pelo Estado Islâmico, bem como na Coréia do Norte e em outros países da Ásia.

 “Isso deveria nos motivar a ajudar nossos irmãos e irmãs em todo o mundo que estão sofrendo uma terrível perseguição”, argumenta Graham. “É algo bárbaro. Esta é hora de nos levantarmos e fazermos alguma coisa.”

O pregador conta que, ao longo do seu ministério, já fez mais de 60 visitas ao Oriente Médio. Ele viu cristãos sendo atacados e mortos. “Nesta parte do mundo, ser um cristão e declarar publicamente sua fé em Cristo pode custar-lhe a sua vida.”

 

Por isso, a Associação Evangelística Billy Graham, pede que todas as igrejas e denominações cristãs se juntem para “orar por nossos irmãos e irmãs em Cristo”. Franklin tem defendido que a Igreja nos países onde há liberdade deveria se posicionar politicamente, pressionando os governantes, mas sobretudo levantar um grande clamor.

“O Islã radical está ganhando terreno em grande parte do mundo… A Palavra de Deus fala sobre as nações da terra passando por ‘angústia e perplexidade’. Só existe um que tem as respostas, o Senhor Jesus Cristo. Como indivíduos e como nações, precisamos pedir a Ele por sabedoria e ajuda. Ele é a Resposta, desde agora e por toda a eternidade”, disse ele ao Christian Today.

Fonte: Gospel Prime

 

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    O rabino-chefe de Barcelona, Meir Bar-Hen declarou publicamente que as autoridades europeias não estão “reagindo adequadamente ao problema”. Ele alertou a comunidade judaica para os perigos do islamismo radical e disse que está estimulando os judeus a voltarem para Israel.

    “Não pensem que devemos ficar aqui para sempre. Encorajo você a comprar imóveis em Israel… Não repitam o erro dos judeus argelinos e dos judeus venezuelanos. É melhor ir logo, antes que seja tarde demais. A Europa está perdida”, concluiu o rabino.

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    Antissemitismo cresce no continente

    As palavras de Bar-Hen ecoam um sentimento crescente em várias partes da Europa.

    Uma pesquisa encomendada pela Campanha Contra o Antissemitismo, movimento judaico no Reino Unido, realizou entrevistas com mais de 10 mil judeus britânicos. Mais de um terço deles (37%) pensa em mudar para Israel por causa da perseguição religiosa.

    O relatório, publicado semana passada, reúne dados desde 2015. A comunidade judaica do Reino Unido registrou 767 ataques antissemitas no primeiro semestre de 2017 – a maior média mensal já registrada desde que esse monitoramento começou, em 1984. No ano passado foram 1.309 incidentes, número 36% maior em relação à contagem de 2015.

    Ao mesmo tempo, o doutor Efraim Zuroff, especializado no monitoramento de movimentos antissemitas, disse que as recentes demonstrações de ódio contra judeus nos Estados Unidos são pequenas se comparadas com o que acontece em países como Estônia, Letônia e Lituânia.

    Por lá, segundo ele, as marchas públicas exigindo que os judeus vão embora são bastante comuns, mas não recebem a mesma atenção da mídia.

    Fonte: Gospel Prime

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