“Igrejas Inclusivas” Doutrina Antibíblica Apresentada como Verdade Evangélica

Uma matéria apresentada pelo G1 , no dia 04 de janeiro de 2018, relata casos de pessoas que foram criadas na Igreja, mas em um dado momento de suas vidas optaram pela mudança de sexo e então resolveram buscar nas chamadas Igrejas Inclusivas a resposta para este conflito interno vivido entre opção sexual e a doutrina cristã, buscando assim se conformar com este novo estilo de vida proposto.

A matéria de cunho aparentemente tendencioso apresenta uma fantasiosa idéia de que seria possível conciliar o Evangelho de Cristo com este estilo de vida alternativo apresentado pelas comunidades LGBT, e contrariando assim, os diversos textos bíblicos que apresentam a prática homossexual como uma abominação.

“Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. Isso é abominável!” (Levítico 18.22)

Ao contrário do que a mídia tenta apresentar, é importante clarificar que não existe uma “guerra” entre cristãos e homossexuais. O que de fato existe, é uma total oposição do Evangelho em relação ao pecado em suas diversas formas, e entre elas temos a prática do homossexualismo. Toda pessoa é livre para fazer as suas escolhas e optar pelo estilo de vida que mais lhe agrade, contudo, esperar que a Bíblia e as doutrinas cristãs sejam modificadas ao bel prazer de um grupo de pessoas para que suas práticas passem a ser aceitas pela verdadeira Igreja de Cristo, é algo totalmente descabido. Na realidade, o tão comentado “Evangelho Inclusivo”  não existe. O que temos na prática, é um grupo de pessoas que por possuírem a mesma linha de pensamento e compartilharem de práticas semelhantes, terminaram se unindo para criar uma Religião própria que foge completamente aos padrões e doutrinas apresentadas pela Palavra de Deus.

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O conceito de Céu e Inferno é determinado pela Bíblia, e portanto, somente Ela pode determinar quais práticas são pecaminosas e terminam por afastar o homem da presença de Deus, e desta maneira o tornando condenável por Deus a perdição eterna.

“Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. ”   (1 Coríntios 6:9-10)

Homem nenhum possui condição de opinar sobre este tópico, ou se dar ao luxo de discordar do preconizado na Palavra de Deus. A Bíblia é a Lei!!! Quanto a nós, devemos buscar enfrentar as nossas fraquezas e buscar sempre um afastamento do pecado num processo contínuo de santificação, sem a qual ninguém verá a Deus (Hebreus 12:14)

O conflito, largamente apresentado na matéria apresentada pelo G1, é na realidade algo completamente natural e diariamente presente na vida das pessoas que desejam viver um estilo íntegro e totalmente de acordo com a Bíblia Sagrada. Em Romanos 7.14-15 vemos um pouco do que retrata este conflito constante vivido por toda pessoa que de fato deseja viver de acordo com o evangelho.

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.” (Romanos 7.14,15)

Nesta passagem fica evidente a situação de conflito vivida pelo Apóstolo Paulo, que sempre se apresentava como o maior dos pecadores, mas sempre inconformado com o pecado e portanto em luta constante contra os desejos pecaminosos de sua natureza humana, e antes que surjam comentários maliciosos, é vital destacarmos que a Bíblia não especifica e nem mesmo dá evidências em nenhum momento de qual ou quais seríam os pecados ou fraquezas do Apóstolo Paulo.
Este desejo em fazer o correto, e a busca constante pela santificação é justamente o que nos torna aptos a alcançar a Graça de Deus para o perdão de nossos pecados. Inconformismo com o Pecado, este é o ponto principal!! Não confundamos, no entanto, o fato de estar aptos, com sermos merecedores, pois a Graça é um favor imerecido de Deus para conosco, é a misericórdia de Deus sobre a condição humana, é o coração de Deus nas misérias do homem. O erro principal na concepção apresentada pelo chamado “evangelho inclusivo”, está neste conformismo com o pecado. Se admitirmos nossos erros como algo correto, então não teríamos motivos para sentirmos arrependimento pelas nossas práticas, e sendo assim, não somos alcançados pela Graça de Deus e consequentemente mergulhamos num total fracasso espiritual e nos tornamos, de acordo com a Palavra de Deus, que é imutável e incontestável, passíveis a condenação eterna.

Quero terminar este breve artigo deixando para a meditação dos irmãos em Romanos 12.2 e desejando que tenhamos diariamente a convicção de que a nossa natureza é pecaminosa, mas que com base nos nossos arrependimentos, sejamos transformados e santificados por Cristo para estarmos juntos com Ele naquele Grande Dia!!! Jamais nos esqueçamos que (…)Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.(Romanos 8.1)  Que a Paz de Cristo seja com todos!!

“Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito.”
Romanos 12:2

 

Pb. Leonardo Souza –

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